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Freguesias apresentam símbolos heráldicos |
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Mosteiró e Touguinha já têm Brasão |
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O
feriado de 25 de Abril e o Sábado, 26, foram
respectivamente os dias escolhidos pelas Juntas de
Freguesia de Mosteiró e Touguinha para apresentarem
os seus símbolos heráldicos.
Em Mosteiró, a Junta de Freguesia preparou uma
cerimónia para a qual convidou os investigadores
Monteiro dos Santos e Adelina Piloto para uma
pequena dissertação acerca da história e da economia
locais. Estes dois Vilacondenses, autores da obra
“S. Gonçalo de Mosteiró – Subsidios Monográficos”,
fizeram uma pequena viagem pelo tempo, desde o
longínquo ano de 1059, altura em que consta ter
existido na freguesia um pequeno mosteiro de
freiras, até aos tempos modernos. O fruto dessa
evocação histórica encontra-se retratado nos
simbolos escolhidos para a bandeira. Assim, os três
elementos presentes são o dito Mosteiro de Freiras
Beneditinas, as Burelas Onduladas, representando as
ribeiras da Agra e da Lameira, que contribuem para a
fertilidade da terras agricolas e duas Espigas de
Milho, lembrando a agricultura, enquanto actividade
ancestralmente ligada à economia local.
O Presidente da Câmara Municipal não esteve presenta
na reunião, tendo delegado a sua representação no
Vereador José Manuel Laranja, que numa curta
intervenção evocou o 25 de Abril, exaltando as suas
virtudes.
No dia seguinte, foi a vez de Touguinha apresentar a
sua bandeira à população. Numa tarde soalheira, a
autarquia liderada por José Carlos Gomes preparou um
programa singelo mas de grande significado, que
atraiu muita população à sede da Junta.
Antes da cerimónia oficial, foi inaugurada uma
exposição de trabalhos dos alunos da escola básica
de Touguinha, na qual os petizes representaram a sua
forma de ver a freguesia. Um conjunto de utensílios
agrícolas feitos em madeira e um belíssimo trabalho
plástico representando a igreja, ex-libris da
freguesia, foram muitos apreciados pelos presentes.
Na cerimónia própriamente dita, coube ao Padre
Amorim explicar os simbolos escolhidos para a
bandeira, o que o clérigo fez com grande
sensibilidade. A Coroa dourada simbliza o orago da
freguesia, Nossa Senhora da Expectação ou Nossa
Senhora do Ó. O Arado representa a agricultura, como
sendo a actividade económica mais marcante da
história da freguesia. As Burelas Onduladas
representam o facto de Touguinha estar na margem do
Rio Ave, aspecto particularmente importante para a
freguesia.
O Presidente da Junta, numa curta intervenção, expôs
as razões pela qual aquela cerimónia tinha
importância, já que significava uma forma de dar
sentido ao poder local. Lembrando as poucas
possibilidades financeiras que as Juntas de
Freguesia dispõem para fazer obra, José Carlos Gomes
aproveitou a presença do Vice-Presidente da Câmara e
do Governador Civil para pedir mais dinheiro e
competências para as freguesias, de forma a poder
servir melhor as populações.
O Vice-Presidente da Câmara, Abel Maia, depois de
elogiar a Junta de Freguesia pela beleza da bandeira
que estava a apresentar, respondeu ao “recado”,
queixando-se do Governo. Perante o Governador Civil,
que como se sabe representa o Governo no Distrito,
Abel Maia falou da reforma da lei da SISA, acusando
o Governo de estar a asfixiar financeiramente as
Câmaras Municipais.
A cerimónia haveria de terminar com a intervenção de
Manuel Moreira, Governador Civil do Porto que
prestou rasgados elogios à Junta por conseguir, ao
fim de tantos anos, completar o “bilhete de
identidade da freguesia”. “Já tinha nome, mas
faltava-lhe a fotografia”, disse em tom de
brincadeira aos presentes. Fazendo um paralelismo
entre a cerimónia e o 25 de Abril, Manuel Moreira
não perdeu a oportunidade para responder a Abel
Maia, lembrando que a primeira missão do Governo tem
sido a de disciplinar as contas públicas do País.
“Para esse esforço, todos têm de contribuir”,
referiu, querendo incluir no lote as Câmaras
Municipais. No caso da reforma da Sisa, a diferença
relativamente ao passado, “é que enquanto outros
diziam que aquele era o imposto mais estúpido do
Mundo e nada fizeram para acabar com ele, este
Governo tomou medidas para acabar com a estupidez”,
disse Manuel Moreira.
Após a sessão de discursos, que terminou com a
benção da bandeira, procedeu-se ao hastear da mesma,
acto que foi acompanhado por uma canção entoada
pelos alunos da escola local, alusiva à freguesia.
No final, houve ainda tempo para uma apresentação do
Rancho Folclórico da Associação de Touguinha, que
acompanhou um 'Porto de Honra' servido no Salão
Paroquial.Notas soltas...
1. Em cerimónias de idêntico significado, a Câmara
optou por se representar de forma diferente. Para
Mosteiró, Mário Almeida escolheu um dos vereadores;
no caso, José Manuel Laranja. Mas para Touguinha,
escalou o número dois do concelho, o Vice-Presidente
Abel Maia.
2. Mostando pouco à-vontade para intervenções
públicas, José Manuel Laranja deixou todos
intrigados, quando lembrou que a cerimónia decorria
na Casa da Junta, “local onde todos são atendidos,
sejam amigos ou menos amigos”. Para aqueles que vem
acusando esta Câmara de não tratar todos por igual,
aqui fica uma possível explicação: uns são amigos,
outros... nem tanto!
3. A Junta de Freguesia de Mosteiró cometeu várias
'gaffes' protocolares, acabando por ser “apanhada”
por um dos convidados: Monteiro dos Santos. Depois
de o Presidente da Junta ter aberto a sessão sem
referir a presença de vários Vereadores presentes,
nomeadamente Santos Cruz, Miguel Paiva, Óscar
Nogueira e Ernesto Ramalho, a quem aliás o autarca
nem sequer reservou lugar sentado, viu Monteiro dos
Santos fazê-lo antes de iniciar a sua alocução.
Visivelmente incomodado pelo lapso, Amândio Couteiro
procurou emendar a mão, saíndo “a emenda pior do que
o soneto”. Presidente de Junta há algum tempo,
Amândio Couteiro já teve tempo para aprender estes
pormenores do protocolo...
4. Abel Maia parece estar numa fase de grande
nervosismo. Sabe-se que a vida nos Bombeiros anda
muito atribulada, e que as águas políticas tem
andado agitadas para o seu lado. Mas a ideia de
comentar e fazer apartes durante o discurso do
representante do Governo, obrigando Manuel Moreira a
parar e a relembrar que não lhe tinha interrompido o
discurso, não cabe na cabeça de ninguém. Muito menos
em quem tem ambição em ser o próximo Presidente da
Câmara... |
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POLIS |
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Construção do Parque Urbano já se iniciou |
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O dia 22 de
Abril de 2003 entrou para a história o nosso
concelho. Foi nessa data que se deu início à
construção do Parque Urbano de Vila do Conde, um
equipamento que modificará radicalmente a face da
cidade.
Construído ao abrigo do Programa Polis e com o
projecto a ser assinado pelo arquitecto Siza Vieira,
tem um ano como prazo de execução e 500.000 euros
(100.000 contos) como orçamento.
Este enorme espaço, situado já na zona das Caxinas,
irá ser requalificado através da construção de
estruturas de apoio, onde se inclui um pavilhão
multi-usos, onde funcionará um centro de actividades
para jovens, composto por sala polivalente, sala de
informática, sala de trabalhos manuais e medieteca.
Mas a grande virtude virá do enorme espaço verde que
irá ser criado, dotado de caminhos pedonais e um
enorme lago, com dois mil metros quadrados.
PSD congratula-se
Em comunicado que nos foi enviado, a Comissão
Política do P.S.D. congratulou-se com o início do
Polis, desejando “que o enorme atraso dessas obras
possa ainda ser recuperado”. Mas os
sociais-democratas de Vila do Conde estão também
preocupados com notícias vindas a público em que o
Governo estará a pedir às sociedades Polis para
apresentarem mapas de reorganização financeira, isto
porque pode pôr em causa o programa na cidade, face
“à falta de concretização do projecto” na nossa
cidade.”
Quanto ao início das obras através do Parque Urbano,
o PSD recorda que o projecto remonta a 1996 e poderá
ser “um sinal de esperança de que o actual estado de
coisas possa ser recuperado.”
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Mudanças na tributação do património incomodam autarcas |
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SISA vai baixar |
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A intenção do Governo em alterar
a tributação do património tem vindo a causar uma
grande tensão entre os autarcas. Logo que Manuela
Ferreira Leite anunciou a intenção de baixar a SISA
de 10% para 6%, a Associação de Municipios reagiu
tendo alegado a eventual contração da receita
municipal. Perante essa eventualidade, os autarcas
entendem que essa diferença deveria ser coberta pelo
Governo.
Há alguns dias soube-se que isso
irá ser atendido, uma vez que o Governo deu sinais
de que aceitará estudar soluções que compensem as
Câmara Municipais, caso se prove que há prejuizo
para as autarquias pelas mudanças que entrarão em
vigor.
Quem parece estar interessado nas
mudanças em causa são os contribuintes, bem como os
intervenientes do mercado imobiliário. Com efeito,
os primeiros irão ganhar com uma diminuição das
carga fiscal, enquanto que os segundos esperam com
esta medida ver alguma retoma na venda de casas, que
vive uma forte crise nos ultimos tempos.
A complementar esta medida, está
também prevista uma mudança na Contribuição
Autarquica, com a diminuição das taxas praticadas,
acompanhada por uma necessária correcção do valor
das matrizes. Esta medida vem responder a inumeros
estudos técnicos que apontam para a Contribuição
Autarquica como um dos mais injustos impostos em
Portugal, uma vez que é para por muito poucos, sem
qualquer equidade.
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Visita à Madeira e acção social na Páscoa |
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Núcleo de Mulheres do PSD de Vila do Conde activo |
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O Núcleo da Mulheres do PSD de
Vila do Conde, dirigido pela advogada Elisa Abreu,
tem desenvolvido um plano significativo de
actividades.
Desde organizar a visita de uma delegação à Madeira,
passando por uma acção social simbólica, através da
oferta de cabazes da Páscoa (a exemplo do que já
acontecera no Natal) a algumas famílias carenciadas,
de tudo um pouco têm feito as mulheres
sociais-democratas vila-condenses, revelando um
dinamismo crescente.
A visita à ilha da Madeira decorreu entre os dias 12
e 16 do corrente, com o objectivo de, por um lado,
“trocar informações sobre a participação da mulher
na vida política madeirense e vila-condense” e, por
outro, “promover uma jornada de convívio e
confraternização do próprio núcleo”, conforme
considerou a responsável deste grupo partidário.
Acompanhadas pelo presidente da Comissão Política
concelhia, Miguel Paiva, as 23 mulheres que
integraram a comitiva cumpriram um plano misto de
lazer e trabalho, tendo, neste capítulo, sido
recebidas pelo Secretário Regional dos Recurso
Humanos, Eduardo Brazão de Castro (foto junta), em
substituição de Alberto João Jardim, ausente da
Madeira na altura da visita.
Na sessão de boas-vindas, que teve lugar na sede do
Governo Regional, no Funchal, este responsável teve
oportunidade de expor a realidade política,
económica e social da região autónoma, enquanto as
mulheres vila-condenses lançaram diversas questões
sobre aspectos menos esclarecidos no continente
sobre o projecto social-democrata para o
arquipélago.
Elisa Abreu referiu ainda que as mulheres
sociais-democratas presentearam o responsável
madeirense com várias lembranças de Vila do Conde,
nomeadamente rendas de bilros e livros, bem como
entoaram, na despedida, a canção “A Rendilheira”,
muito saudada por Brazão de Castro, comovido perante
essa atitude agradável e inesperada.
A própria imprensa madeirense, nomeadamente os três
diários locais . “Jornal da Madeira”, “Tribuna da
Madeira” e “Diário de Notícias da Madeira”, deram
ampla cobertura jornalística a esta deslocação,
conforme recortes reproduzidos.
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Arcos |
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Unanimidade na Assembleia de Freguesia |
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Reuniu na passada sexta-feira 11 de Abril a
Assembleia de Freguesia de Arcos, tendo-se registado
uma quase unanimidade.
No período antes da ordem do dia foram apreciados
três documentos.
O primeiro foi um voto de protesto pela colocação de
ferros e saliências que ocupam a zona mais estreita
da Rua da Fonte Nova colocando em perigo quem por
ali circula.
O segundo tratou-se de um voto de pesar pela morte
do Sr. Celestino Lopes Carreira, pai do Sr.
Presidente da Assembleia de Freguesia
Finalmente, foi ainda apreciado um documento que
refere o bom relacionamento institucional que existe
entre a Câmara Municipal de Vila do Conde e a Junta
de Freguesia de Arcos.
Todos os documentos apresentados foram apreciados
por unanimidade com excepção do primeiro, em que, os
autarcas da oposição se abstiveram.
Na ordem do dia constava a discussão e votação da
Acta da sessão anterior; a alteração ao valor de
passagem do Cemitério e a votação do relatório de
Actividades e Contas de 2002 e por fim, outros
assuntos de interesse para a freguesia. A
unanimidade só foi quebrada na votação da taxa de
passagem do cemitério, que talvez por distracção da
anterior junta, já há muitos anos não era
actualizada, tendo os membros da oposição votado
contra esta proposta do executivo, que visa aumentar
as receitas da Junta e repor a justiça.
O ponto alto da noite era a votação das contas de
2002. A esse respeito a primeira curiosidade foi a
concordância da oposição na alteração do saldo
inicial!
O último ponto era a análise de assuntos de
interesse para a freguesia, tendo o Sr. Presidente
da Junta exposto de uma forma clara e transparente
as principais intervenções da Junta de Freguesia,
nomeadamente, a drenagem de águas na R. Alice
Ferreira que era uma ambição antiga da freguesia; a
resolução de todos os problemas de iluminação
pública existentes na freguesia, as intervenções na
Rua dos Ferreiros, Rua de Entre-Valos e Rua do
Souto, tendo destacado o grande empenhamento do
actual executivo no alargamento da E.N. 306 tendo
criticado o anterior executivo, por apesar de ter
autorização dos proprietários nada ter feito.
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Assembleia de Freguesia pacífica em Macieira |
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Contas aprovadas por unanimidade |
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MNum ano em que a execução orçamental registou
alguma retracção devido às dificuldades de obter
fundos, as contas da Junta de freguesia de Macieira
acabaram por ser aprovadas por unanimidade na
respectiva assembleia.
Lembre-se que o executivo liderado por Francisco
Carvalho tem vindo a ser duramente criticado ao
longo dos últimos anos, tendo mesmo defrontado em
três actos eleitorais consecutivos um combativo
adversário do PS. Ao que parece essa crítica está a
abrandar, tendo mesmo numa das últimas Assembleias
de Freguesia sido proposto por um dos membros da
bancada do PS “a junção de todos numa única lista”.
A verdade é que esse espírito parece estar a vingar.
De acordo com um elemento do PSD com quem falamos,
“é bom que a oposição compreenda aquilo que fazemos,
já que trabalhamos para o bem de Macieira”.
Nos projectos da actual Junta de Freguesia o
alargamento do Cemitério é uma das prioridades,
conforme afirmou Francisco Carvalho ao nosso jornal.
“Os contactos com o proprietário do terreno estão a
decorrer, e esperamos conseguir chegar a acordo”,
disse o Presidente da Junta. De acordo com as
informações que prestou, “a Câmara Municipal tem
mostrado interesse em ajudar, pelo que estamos
confiantes em resolver este problema grave de
Macieira”.
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Assembleia de Freguesia de Touguinha |
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Executivo da Junta mostrou “serviço” |
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| Teve
lugar, em 11 de Abril, a Assembleia de Freguesia de
Touguinha, durante a qual foi aprovado o relatório
de contas do Executivo da Junta, relativo a 2002,
bem assim como o orçamento para o ano corrente. Os
elementos do PS votaram contra, argumentando que
“Touguinha parou, não houve obras em 2002”. Segundo
um elemento da bancada do PSD confidenciou ao nosso
jornal, "mais uma vez se confirmou que essas pessoas
parecem ter como “missão” penas votar contra tudo".
"Mais parece que pretendem encobrir o
desconhecimento que têm da contabilidade autárquica,
como o anterior presidente da Junta demonstrou na
assembleia ou a incongruência de terem votado contra
o teor da acta de uma assembleia em que não haviam
participado, como aconteceu em Dezembro passado",
disse-nos esse autarca da freguesia.
Durante a assembleia o Executivo da Junta
apresentou, de uma forma clara e desenvolvida, o seu
relatório de actividades relativo ao ano transacto,
deixando ficar uma nota muito positiva sobre a sua
acção no primeiro ano de mandato. "Bem se pode dizer
que, só pelo trabalho apresentado, desde asseio da
freguesia e arranjo de caminhos, já teria valido a
pena mudar o executivo", afirmou o Presidente da
Junta. O resto foram obras comparticipadas pela
Câmara Municipal, como foi o caso do campo de
futebol.
Na informação prestada à Assembleia de Freguesia,
José Carlos Gomes transmitiu a ideia "de que
Touguinha está a dar passos certos para o futuro,
seja através de gestos simples – que ninguém
compreendia que ainda não tivessem sido feitos -
como a instalação de uma caixa Multibanco ou o
estabelecimento dos códigos postais com os CTT".
Lembrou ainda algumas da diligências que tem vindo a
efectuar junto das entidades competentes com vista a
conseguir mais melhoramentos para a freguesia.
Nesse âmbito, começaram já neste ano de 2003 a
surgir os efeitos desse trabalho. Entre os exemplos
apontados por José Carlos Gomes, destaca-se o
desbloqueamento da aquisição do terreno para as
habitações sociais (ao abrigo do PER); o arranjo da
Escola Primária; o equipamento dos cantoneiros e os
anúncios da apresentação do símbolo heráldico da
freguesia, da conclusão do trevo do IC1 e da saída
para Touguinha nos futuros A7/IC 5. Para o
Presidente da Junta estes "são alguns dos resultados
visíveis da actividade de uma Junta de Freguesia que
não se tem limitado a emitir certidões e atestados,
nem a fazer meros acompanhamentos de obras
municipais".
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Relembrando o 25 de Abri |
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| Vila
do Conde assinalou os 29 anos sobre o 25 de Abril,
numa cerimónia tradicional, simples e simbólica. Em
frente aos Paços do Concelho, às 10 da manhã, Mário
Almeida fez hastear a bandeira nacional, seguido do
som de “A Portuguesa”. Um acto de recordação pela
Revolução dos Cravos, a que assistiram os diversos
vereadores da Câmara Municipal, assim como algumas –
poucas dezenas – pessoas mais entusiastas da data, e
que resistiram a uma chuva “miudinha” constante, sem
arredarem pé do local. Uma nota curiosa: enquanto
tocava o hino, todos os vereadores e deputados
municipais presentes, se refugiaram da chuva - com
uma única excepção, Miguel Paiva, que não saiu do
lugar e até chegou a fechar o seu guarda chuva!
Pelos vistos, para o jovem autarca, o patriotismo
vale bem uma constipação... |
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